sábado, 3 de abril de 2010

Dia 13 - Edu Krueger e patê de frango

A minha sexta-feira Santa nem tinha começado ainda e eu já tava vivendo altas emoções. Tive um sonho, na verdade pesadelo, mas que foi extremamente agitado, estúpido e engraçdo. Relatarei. No início eu estava na biblioteca do CEAT, mas as blibliotecárias eram a Isoldia e a Erci, da APPA. Eu iria fazer uma cena de um filme de terror, junto com o lendário Fred Kruger. A cena estava marcada para começar às 9h, mas nada do Fred Kruger aparecer. Então pensei, geralmente ele só aparece quando se está dormindo, estão me deixei embalar pelas falas da duas senhoras e peguei no sono em cima do balcão comprido da biblioteca. Então comecei a ouvir a música que sempre toca antes da chegada do vilão e subitamente, adentra na biblioteca o meu amigo Eduardo Hendler, munido de uma faquinha ridícula. Ele parte para cima de mim, ele com a faca, eu com uma daquelas réguas gigantes do laboratório de matemática. Nos engalfinhamos e o edu enfiou aquelafa faquinha no meu peito, mas nada de mais. Então consegui me desvecilhar e corri pra fora da biblioteca. Costeei a parede das salas da secretaria e ao lado porta da Secretaria tinha um elevador. Apertei o botão e corri até a guarita, contornei por dentro da secretaria e entrei no elevador. Quando a porta do elevador se abriu no primeiro andar eu ouvi o Eduardo Kruger no meu encalço pelas escadas. Então saí e corri para uma porta de vidro enorme, que dava para uma garagem. Pus minha mão no bolso e dentro tinha a chave de um carro. Apertei no alarme e vim, logo na frente, o Palio da mãe do Tuli. Entrei nele, quando dei a ingnicão, olhei no espelho retrovisor, e lá estava o Eduardo. ACORDEI. Meio que rindo, mas com o coração palpitando. Já eram três horas da tarde, não saí pra almoçar, não saí pra nada, só saí pra tomar banho. Passei o dia comendo salgadinho e sanduíche com patê de frango. Grande coisa que é sexta-feira Santa, não me importo com essas bobagens. Fui dormir quase seis horas da manhã. Buenas.

Um comentário:

  1. Putz cara! Porque eu tenho que ser o vilão. É tu que se mete com magia negra.

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