quarta-feira, 31 de março de 2010
Dia 10 - Nada de mais
Acordei mais tarde se comparada ao dia anterior e fui direto para o Restaurente Popular. Amigos leitores, devem estar se perugntando porque eu continuo a almoçar no Restaurante do Lula. E acredite não é por ser época de eleição, mas simplesmente por eu perceber que ao final de uma semana, a economia que se tem é particularmente grande. A comida não estava tão ruim no dia de hoje. A tarde havia programado ir a Bibliotheca Pública Pelotense, mas não me animei a sair a pé. Peguei minha bicicleta e fui até a rodoviária de Pelotas para me informar se havia algum ônibus que passasse por perto de Lajeado. Corri um monte em vão. O mais perto é Porto Alegre. Voltei pra casa. Banho, aula de linguística e muito tédio na noite. Ligações da Isóldia no intervalo e da Gabi Cantú no final da aula me deixaram um pouco mais informado a quantas andam Lajeado. Beijos e abraçõs, boa noite.
Dia 9 - Set de filmagens
Sete horas e vinte minutos da manhã eu já estava em pé, me vestindo para ir atuar de figurante em um longa metragem. As cenas serias gravadas em frente ao Theatro Guarany. Chegamos lá e logo a equipe nos abordou em escolheu a mim e ao meu amigo da pensão para a primeira cena que seria filmada. Entrei no camarim, o figurinista me deu as roupas que vestiria (uma calça com suspensório, uma camisa branca e uma boina) e rapidamente as vesti. Começou então a espera. Finalmente, perto das onze horas nos chamaram para as gravações. A cena, eu com uma caixa de ferramentas em baixo do braço sentado numa caixa de madeira no canto da calçada. O ator principal, Nicola Siri, olha para mim e diz: "Ô guri, vai trabalhar, tá achando que aí é pra tomar Sol?" Eu levanto e saio andando meio cabisbaixo em diagonal, passando próximo à câmera. Fim. Ficha Técnica do filme. O nome do longa metragem é A Casa Elétrica, uma produção da Panda Filmes de Porto Alegre. As cenas foram filmadas em Buenos Aires, Pelotas e agora, Porto Alegre. Será lançado no ano de 2011. Os atores são brasileiro, argentinos, e o protagonista, Nicola Siri, italiano. Após todas as cenas serem feitas, a equipe nos disponibilizou torradas muito saborosas para o almoço. Enquanto aconteciam as filmagens com os outros figurantes, eu o meu amigo tentamos entrar no super teatro, mas o velhinho guardião das chaves de O Guarany, muito mal educado por sinal, nos xingou e nos chutou de lá proferindo palavras grosseiras. Fomos em bora de lá duas horas passadas. Cheguei em casa e dormi, estava muito cansado. Acordei perto da hora da aula, tomei banho, vesti-me, e fui para a UFPEL para uma super aula estilo Rosiene. Estudos Literários I. Dez horas, casa, boa noite.



terça-feira, 30 de março de 2010
Dia 8 - Casulo
Domingueira, acordei tarde. Fiquei navegando pela internet por um bom tempo. Conversei com meus amigos no msn e dei aquela secadinha no jogo do Inter. Vi-o perder novamente. Ouvi o jogo do meu time, Grêmio. Vi-o ganhar novamente. Uma equipe de filmanges estava fazendo as gravações de um filme na rua onde moro e estavam precisando de figurantes para as cenas que seria gravadas na manhã seguinte. Me dispus. Fiquei assistindo televisão, filmes e fui dormir super tarde, não conseguia pegar no sono. Saudades de ti Laura.
domingo, 28 de março de 2010
Dia 7 - Enclausurado
Sábado, só digo que passei o dia inteiro dentro do meu quarto. Saí apenas para idas ao banheiro. Dormi até tarde, almocei no quarto, assiti filme à tarde e a melhor coisa que me aconteceu até então desde que cheguei a Pelotas: Vi pessoas que gosto tanto. Elas, Juliana H., Francine G., Tainá H. e Gabriela V. obrigado, vocês me fizeram feliz hoje. Eu estava com muita vontade de ver rostos conhecidos, mal espero para vê-las pessoalmente. Deu pra matar, 0,1% da saudade. A Tainá com suas caretas me fez rir aqui e eu fiz um print screnn de uma carinha da Juliana que eu sempre que vejo, me estouro rindo.

Mais pro final da noite, tive uma conversa boa com outra amiga muito querida, Maria Paula. Vocês me fazem feliz, acreditem. Obrigado meninas. Pretendo voltar logo, ainda não tenho certeza de que dia, mas vou ir, nem que seja correndo (deixa que eu vou Gabi). Enquanto isso, cuidem-se aí.

Mais pro final da noite, tive uma conversa boa com outra amiga muito querida, Maria Paula. Vocês me fazem feliz, acreditem. Obrigado meninas. Pretendo voltar logo, ainda não tenho certeza de que dia, mas vou ir, nem que seja correndo (deixa que eu vou Gabi). Enquanto isso, cuidem-se aí.
Dia 6 - Festa do Curso de Enfermagem?
Sexta-feira em Pelotas, amanhece com muitas nuvens, parecia que chovia, parecia que abria. Acordei por voltas do meio dia, fui para minha terceira experiência no Restaurante Popular (Obrigado Lula). Almocei, fui para o centro, busquei a minha carteira de meia passagem no ônibus, coloquei créditos nela (30 passagens de lotação) e resolvi voltar para casa por uma rua diferente, Anchieta se não me engano. Então descubro mais uma daquelas coisas que não tinha nem imagino haver por alí. Uma super catedral, me senti em Istambul, Vaticano, ou alguma cidade dessas, cheia de história, arquitetura e arte mesclada. Valeu a caminhada. Passei na loja de xerox para pegar os materiais dos professores, peguei uma fila enorme e descobri que eles não tinham deixado nada lá ainda. Passei no mercado Guanabara, comprei um pão de sanduíche, um pote de doce de leite, uns biscoitos, refrigerante e voltei pra casa do Tio Vitório. Estava com muita vontade de comer sanduíche de mumu. Comi, tomei banho, dormi... e dormi. Mais tarde, bem mais tarde, lembrei que tinha pensando em ir em uma festa, que haviam me comentado, a festa do Curso de Enfermagem. Até poderia ir ainda, mas era tarde, estava cansado, e muito deprimido pra festa. Fiquei em casa, no msn, me 'deprimindo' mais um pouco. Só sei que a saudade tá maior do que eu consigo suportar.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Dia 5 - Homem sem Honra e o Sumiço do Sujeito
O quinto dia em Pelotas começou mais tarde que o anterior. Acordei já eram doze horas passadas. Havia combinado na noite anterior com um colega do curso de jornalismo, que almoçaríamos no Restaurante Popular (minha segunda experiência lá - R$1,00). Encontramo-nos e antes de ir ao restaurante, passamos no Hipermercado Guanabara para comprarmos uma Coca Colca 2 litros. No restaurante, uma fila consideravelmente grande e o menu do dia era: Arroz, feijão, pastel e deois difenrentes tipos de salada, pepino e algo parecido com grama úmida e comprimida.
Obviamente recusei o pepino e ao recusar também a tal "grama" o homem que servia a comida olha para mim e exclama: "Ohhh, mas então tu não é um homem honraaado". Segurei o riso, mas mantive a honra. Durante a tarde só saí para comprar um caderno para a disciplina da noite, Sociologia e Sociolinguística. Chegada a hora da aula, mais uma vez me dirigi à parada de ônibus, peguei o lotação Santa Rosa, e fui para a aula. A tal da sociolinguística é fácil, mas um tanto confusa. Durante a aula meu colega de classe se levantou e saiu da sala. Passada mais de meia hora nada de ele voltar. Como em toda universidade, o professor não estava nem aí e nem tinha reparado na ausência do aluno. Mas em meio a uma explicação de sujeitos e predicados, ela pega o caderno do aluno ausente (sem se dar conta) e começa a nos perguntar: "Cadê o sujeito? Cadê o sujeito? E o predicado?" Gargalhadas a parte, a aula não foi tão entediante assim. Chegando em casa eu deixei a senhorita Gabriela me ver e matar um pouquinho da saudade, mas a minha só aumentou. Enfim, foi-se o quinto dia. Saudades imensas.
Obviamente recusei o pepino e ao recusar também a tal "grama" o homem que servia a comida olha para mim e exclama: "Ohhh, mas então tu não é um homem honraaado". Segurei o riso, mas mantive a honra. Durante a tarde só saí para comprar um caderno para a disciplina da noite, Sociologia e Sociolinguística. Chegada a hora da aula, mais uma vez me dirigi à parada de ônibus, peguei o lotação Santa Rosa, e fui para a aula. A tal da sociolinguística é fácil, mas um tanto confusa. Durante a aula meu colega de classe se levantou e saiu da sala. Passada mais de meia hora nada de ele voltar. Como em toda universidade, o professor não estava nem aí e nem tinha reparado na ausência do aluno. Mas em meio a uma explicação de sujeitos e predicados, ela pega o caderno do aluno ausente (sem se dar conta) e começa a nos perguntar: "Cadê o sujeito? Cadê o sujeito? E o predicado?" Gargalhadas a parte, a aula não foi tão entediante assim. Chegando em casa eu deixei a senhorita Gabriela me ver e matar um pouquinho da saudade, mas a minha só aumentou. Enfim, foi-se o quinto dia. Saudades imensas.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Dia 4 - Haja sola de tênis
Antes de começar essa postagem quero lembrar algo que esqueci de comentar na postagem "Dia 2". A menina que eu precocemente achei que fosse do curso de Letras, lá da parada de ônibus, realmente pegou o mesmo ônibus que eu, desceu na frente do Campus Porto comigo e incrivelmente, entrou na mesma sala que eu. Miha colega de jornalismo. Não julguemos às mulheres pela saia. ;)
E outra coisa que deixo aos leitores é que sobrevivi em todos os banhos que tomei até então aqui na Terra da Noz. ;)
Raior o quarto dia às oito horas da manhã para mim. Vesti-me e encontrei dois amigos aqui do pensionato na sala. Um mineiro de BH e outro gaúcho de Porto Alegre. Nós três íamos juntos em alguns lugares da cidade para adiantar algumas documentações, como carteirinha de estudande no DCE, carteira de estudante no ônibus, curso de línguas, etc.. uma bela caminhada até a Av. Bento Gonçalves, a maior e mais longe do pensionato.
Quase nada resolvido, resolvemos ir até o Campus Porto (do outro lado da cidade) para retirar o Atestado de Matrícula. Ainda não fiz a trajetória no google earth, mas acredito que deva ter dado uns 10 km de calça jeans e camisa de manga comprida (estava frio de manhã cedo). Depois de toda a caminhada, por volta das treze horas, resolvemos almoçar no Restaurante Popular. Um belo prato de arroz, feijão, massa e molho de frango, por apenas um real. Viva ao Lula que alimenta bem o estômago do proletariado pelotense. A tarde mais caminhada, mas também teve uma sonequinha boa.
À noite tive aula de Leitura e Produção Textual I, a professora parece a Helena Antoniazzi, e é tão chata quanto. Para finalizar então, cheguei em casa e assisti o timinho, Internacional, levar três do São José.
Saudações Tricolores.

Obrigado pelo almoço Presidente.
E outra coisa que deixo aos leitores é que sobrevivi em todos os banhos que tomei até então aqui na Terra da Noz. ;)
Raior o quarto dia às oito horas da manhã para mim. Vesti-me e encontrei dois amigos aqui do pensionato na sala. Um mineiro de BH e outro gaúcho de Porto Alegre. Nós três íamos juntos em alguns lugares da cidade para adiantar algumas documentações, como carteirinha de estudande no DCE, carteira de estudante no ônibus, curso de línguas, etc.. uma bela caminhada até a Av. Bento Gonçalves, a maior e mais longe do pensionato.
Quase nada resolvido, resolvemos ir até o Campus Porto (do outro lado da cidade) para retirar o Atestado de Matrícula. Ainda não fiz a trajetória no google earth, mas acredito que deva ter dado uns 10 km de calça jeans e camisa de manga comprida (estava frio de manhã cedo). Depois de toda a caminhada, por volta das treze horas, resolvemos almoçar no Restaurante Popular. Um belo prato de arroz, feijão, massa e molho de frango, por apenas um real. Viva ao Lula que alimenta bem o estômago do proletariado pelotense. A tarde mais caminhada, mas também teve uma sonequinha boa.
À noite tive aula de Leitura e Produção Textual I, a professora parece a Helena Antoniazzi, e é tão chata quanto. Para finalizar então, cheguei em casa e assisti o timinho, Internacional, levar três do São José.
Saudações Tricolores.
Obrigado pelo almoço Presidente.
Dia 3 - Expedição
No terceiro dia em Pelotas nada de muito impressionanate aconteceu. Tirei a tarde para conhecer a cidade, pelo menos os arredores do pensionanto onde estou vivendo. Visitei a parte histórica da cidade e me apaixonei pela arquitetura, pela beleza em cada traço dos prédios. Visitei a Biblioteca Pública Pelotense, a Ingreja Anglicana carinhosamente chamada de Igreja Cabeluda pelos pelotenses. Deixo de lembraça aqui uma foto desses dois prédios, os quais me deixaram entusiasmados. Apesar de não ser adepto a nenhuma religião específica, tenho uma certa paixão por igrejas, e sei que todos que gostam de arquitetura vão se apaixonar também. O centro histórico da cidade me fez lembrar as noites de Enduro. Ao Medeiros, João, Portela, Bruno, Laza e muitos outros, vocês iam babar por um enduro num lugar como esse, repleto de história. Ao Tuli, tu ia babar pela arquitetura.


Dia 2 - Começam as aulas.

Prédio da Faculdade de Letras e Jornalismo (em reforma)
A aula começaria em uma hora, já eram dezoito horas da tarde quando resolvi partir para uma parada de ônibus (já que não sabia nem onde tinha e nem que ônibus pegar). Fui para a rua, praticamente vendado. Em Pelotas as paradas de ônibus não são iguais a todos os outros lugares do mundo. Simplesmente é uma algomeração de gente numa calçada aberta e tu tem que adivinhar que alé possa ser uma parada. Pois bem, fui eu para uma dessas aglomerações. Sabia que devia um ônibus da empresa Santa Rosa, mas qual??? Fiquei cerca de quinze minutos esperando, e esperando. e nada de ônibus. Habiam me dito que o ônibus passaria de dez em dez minutos. Mas cadê? Derepende vi que os ônibus da tal empresa passavam na esquina onde tava e dobravam à esquerda (eu estava na direita). Fui então para a esquina. Logo de cara vi uma menina, e precocemente achei que ela tinha cara de quem fazia Letras (o curso de Letras é no mesmo prédio que o curso de Jornalismo). Mas mesmo com alguém supostamente com mesmo destino por perto, eu não me tranquilizei. Fiquei naquela ansiedade, naquela apreensão. Já eram dezoito horas e quarenta minutos. Até que a figura mais comum em grandes cidades me abordou na parada. Um MENDIGO. Queria dinheiro, como todos os outros. Sua fala foi a seguinte:
"Eu sou um pai de famíla, tenho dois filho pra criar, to desempregado, minha família foi para Rio Grande e tenho que conseguir dinheiro para ir para lá.. sou ex-cobrador de ônibus aqui de pelotas". EU RI E ALIVIEI. Ainda não consigo acreditar na sorte que eu tive. Enfim, ele me deu a informação que eu precisava, qual ônibus pegar. E eu dei algumas moedinhas para ele. Uma mais do que justa recompensa. Enfim, primeira aula, como todas as primeiras aulas de colégio. Apresentação de Plano de Trabalho.
BOM ANO LETIVO PARA TODOS!
terça-feira, 23 de março de 2010
Dia 1 - Choro e chegada
O dia era vinte de março de dois mil e dez. O local era a Lupus Land em Estrela, festa de 15 anos de Aline Bruxel. Por mais grandiosa que fosse aquela festa, eu sabia que o fim seria mais do que deprimente. Por volta das quatro horas disse a mim mesmo que o momento que eu vinha tentando não pensar havia chegado. E para evitar muitas lágrimas, pensei primeiro em sair de fininho, sem me notarem, mas não foi possível. No fim das contas me deixei levar pela emoção do momento.
Chego em Pelotas perto das onze horas, almoço, me despeço da família, e por volta das catorze horas começo a finalmente encarar uma vida nova, adulta e longe de tudo que amo. Vou deixar para as pessoas que eu amo, um vídeo, que gosto muito e que mostra que estarei sempre com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=JDPpl8WW_dI
Um grande beijo no coração de todos.
Chego em Pelotas perto das onze horas, almoço, me despeço da família, e por volta das catorze horas começo a finalmente encarar uma vida nova, adulta e longe de tudo que amo. Vou deixar para as pessoas que eu amo, um vídeo, que gosto muito e que mostra que estarei sempre com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=JDPpl8WW_dI
Um grande beijo no coração de todos.
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