sexta-feira, 26 de março de 2010

Dia 5 - Homem sem Honra e o Sumiço do Sujeito

O quinto dia em Pelotas começou mais tarde que o anterior. Acordei já eram doze horas passadas. Havia combinado na noite anterior com um colega do curso de jornalismo, que almoçaríamos no Restaurante Popular (minha segunda experiência lá - R$1,00). Encontramo-nos e antes de ir ao restaurante, passamos no Hipermercado Guanabara para comprarmos uma Coca Colca 2 litros. No restaurante, uma fila consideravelmente grande e o menu do dia era: Arroz, feijão, pastel e deois difenrentes tipos de salada, pepino e algo parecido com grama úmida e comprimida.
Obviamente recusei o pepino e ao recusar também a tal "grama" o homem que servia a comida olha para mim e exclama: "Ohhh, mas então tu não é um homem honraaado". Segurei o riso, mas mantive a honra. Durante a tarde só saí para comprar um caderno para a disciplina da noite, Sociologia e Sociolinguística. Chegada a hora da aula, mais uma vez me dirigi à parada de ônibus, peguei o lotação Santa Rosa, e fui para a aula. A tal da sociolinguística é fácil, mas um tanto confusa. Durante a aula meu colega de classe se levantou e saiu da sala. Passada mais de meia hora nada de ele voltar. Como em toda universidade, o professor não estava nem aí e nem tinha reparado na ausência do aluno. Mas em meio a uma explicação de sujeitos e predicados, ela pega o caderno do aluno ausente (sem se dar conta) e começa a nos perguntar: "Cadê o sujeito? Cadê o sujeito? E o predicado?" Gargalhadas a parte, a aula não foi tão entediante assim. Chegando em casa eu deixei a senhorita Gabriela me ver e matar um pouquinho da saudade, mas a minha só aumentou. Enfim, foi-se o quinto dia. Saudades imensas.

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